Arrascaeta precisará de cirurgia e não poderá utilizar proteção durante a recuperação

A fratura no punho esquerdo do meia Arrascaeta, ocorrida durante um jogo da seleção uruguaia, exige uma abordagem cirúrgica, diferentemente de outras lesões que permitiram jogadores atuarem com regiões imobilizadas. O atleta do Flamengo não terá a opção de jogar com proteção no local lesionado.

A necessidade da cirurgia se deve às especificidades da lesão, que requer um tratamento adequado para garantir uma recuperação completa. Em 2021, Arrascaeta já havia jogado com o braço imobilizado, assim como o atacante Pedro em outra ocasião, mas a natureza atual da lesão impede que esse tipo de retorno ocorra.

A lesão apresenta um desvio causado pelo deslocamento dos ossos, o que torna arriscado o uso de qualquer tipo de proteção. A cirurgia é considerada a melhor alternativa para realinhar os ossos do punho, permitindo uma calcificação correta durante o processo de recuperação. Retornar aos campos antes da recuperação total, mesmo com proteção, poderia resultar em uma nova fratura.

O risco é elevado, especialmente se o jogador sofrer quedas em campo, o que poderia agravar a condição do punho. Por isso, o Flamengo já organizou o tratamento do jogador, que deve chegar ao Rio de Janeiro na quarta-feira (30) e se submeter a novos exames médicos antes da cirurgia marcada para quinta-feira (1º).


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