Consórcio Fla-Flu alega falsidade nas informações do Vasco e reivindica compensação por danos no Maracanã

O Consórcio Fla-Flu, responsável pela administração do estádio Maracanã, apresentou acusações contra o Vasco da Gama, alegando que o clube cruz-maltino forneceu informações enganosas à Justiça para obter autorização para realizar uma partida da semifinal da Copa Sul-Americana no local.

Além de contestar as argumentações do Vasco, a administração do Maracanã requer que o clube arque com os prejuízos causados nas instalações do estádio, cujo valor de indenização permanece pendente. Na última segunda-feira (2), Flamengo e Fluminense protocolaram uma petição que detalha os danos verificados, incluindo 489 cadeiras danificadas, além de problemas em banheiros e bebedouros.

Segundo informações da ESPN, o levantamento também menciona adesivos deixados no Maracanã, cuja remoção demandou o trabalho de profissionais de limpeza. O Vasco se comprometeu a assumir os custos relacionados aos danos, que estão estimados em cerca de R$ 300 mil.

Apesar do compromisso, até o momento, não houve qualquer ação efetiva para iniciar o pagamento ou ressarcimento. O clube vascaíno, por sua vez, argumenta que algumas das queixas apresentadas pelo Consórcio não estão ligadas à partida contra o Boca Juniors, afirmando que os problemas nos banheiros e os adesivos já existiam antes do confronto.

Outro aspecto abordado pela administração do Maracanã é a decisão do Vasco de transferir o jogo contra o Flamengo para o Engenhão, o que contraria a mobilização anterior do clube para usar o Maracanã na partida contra o Boca Juniors. Em decorrência dessas questões, Flamengo e Fluminense solicitaram judicialmente que o Vasco seja compelido a ressarcir todos os danos detectados no estádio, além de cobrir as despesas legais, incluindo honorários advocatícios.


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