Corinthians supera Inter, mas cai na Copa do Brasil; estratégia aérea de Diniz vira alvo de críticas
O Corinthians venceu o Internacional por 2 a 1 na Neo Química Arena, na noite de terça-feira (data não informada no texto original), mas deu adeus à Copa do Brasil. O resultado não foi suficiente para reverter a desvantagem de 2 a 0 sofrida no jogo de ida, e o time paulista acabou eliminado pelo placar agregado de 3 a 2.
A queda aumentou a pressão sobre o técnico Fernando Diniz. Parte da torcida e analistas apontaram o comandante como um dos principais responsáveis pela eliminação, especialmente pela estratégia adotada nos dois confrontos.
Plano de jogo priorizou cruzamentos
No duelo em São Paulo, Diniz escalou Pedro Raul como centroavante, já que Yuri Alberto estava fora. Em campo, o Corinthians passou a apostar em cruzamentos e bolas paradas, buscando não só o próprio Pedro Raul, mas também Gustavo Henrique, Gabriel Paulista e Raniele, jogadores com bom desempenho no jogo aéreo.
A abordagem contrastou com o estilo de posse e passes curtos com infiltrações – característica que costuma marcar as equipes de Diniz. Segundo a análise publicada pelo site de origem, havia meio-campistas capazes de executar esse modelo, como André, Bidon e Garro, mas o recurso foi pouco utilizado.
Gols nasceram em bolas paradas
Os dois gols corintianos vieram justamente em cobranças de falta, ambas concluídas após falhas do goleiro Matheus Cunha. Apesar da eficiência pontual, a dependência de lances aéreos não foi suficiente para construir a virada necessária.
Próximos desafios
Fora da Copa do Brasil, o Corinthians volta as atenções para a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro. A eliminação é vista como um teste para Fernando Diniz, que, em passagens anteriores por outros clubes, enfrentou dificuldades para retomar o rendimento após períodos de queda.
Com informações de Bolavip

Imagem: Internet
Descubra mais sobre Almanaque do Flamengo
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.






