Eliminação para o Vasco evidencia afastamento da base e eleva pressão sobre Zubeldía no Fluminense
O Fluminense deixou a Copa do Brasil diante do Vasco e saiu de campo com um dado que chamou atenção: a equipe que terminou os 90 minutos apresentava média de idade superior a 32 anos e contava com apenas um jogador formado em Xerém, o volante Martinelli, de 24 anos.
Ausência de pratas da casa
No apito final, o banco de reservas trazia apenas um atleta oriundo das categorias de base — o goleiro Marcelo Pitaluga, recentemente reintegrado após passagem pela Europa. A situação reforça uma sequência: de acordo com levantamento interno, o técnico Luis Zubeldía chegou a completar quase quatro meses sem utilizar qualquer jogador formado no clube.
Promessas fora dos planos
Entre os jovens pouco aproveitados pela comissão técnica estão o lateral-direito Julio Fideliz e os atacantes Matheus Reis, Riquelme Felipe e Wesley Natã. Todos perderam espaço no elenco principal nesta temporada.
Contratações e desfalques
Para o setor ofensivo, o principal investimento foi o atacante Castillo, adquirido por 13 milhões de dólares. A necessidade de opções pode crescer, já que o também atacante John Kennedy sofreu lesão recente.
Pressão sobre o treinador
Sem conseguir avançar na Copa do Brasil e com dúvidas no Campeonato Brasileiro e na Libertadores, Zubeldía passa a ter sua permanência contestada nos bastidores.
Movimentação na base
No mesmo período, o clube contratou o ex-atacante Fred para comandar o time sub-20, na tentativa de fortalecer o trabalho em Xerém e reaproximar as divisões de formação do elenco profissional.
A eliminação, a alta média de idade em campo e o baixo uso de atletas formados no CT Vale das Laranjeiras tornam-se pontos centrais das discussões internas sobre o futuro tricolor.
Com informações de Bolavip Brasil
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