Garrincha cravou o nome na história ao liderar o Brasil nos Mundiais de 1958 e 1962

A proximidade da Copa do Mundo de 2026 reativa lembranças de craques que marcaram o torneio. Entre eles, destaca-se Mané Garrincha, o ponta-direita que encantou torcedores com dribles imprevisíveis e foi determinante nos títulos mundiais do Brasil em 1958 e 1962.

Estreia vitoriosa na Suécia

Em 1958, na Suécia, Garrincha dividiu o protagonismo com Pelé, Vavá, Didi e Zagallo. A partir da fase de grupos, sua entrada em campo mudou o nível da Seleção Brasileira, que conquistou o primeiro troféu mundial ao derrotar a anfitriã na final.

Protagonista absoluto no Chile

Quatro anos depois, no Chile, o camisa 7 assumiu a liderança da equipe após a lesão de Pelé ainda na fase inicial. Nas quartas de final contra a Inglaterra, marcou duas vezes; na semifinal diante dos anfitriões, voltou a balançar as redes duas vezes mais. As atuações garantiram o bicampeonato e renderam a Garrincha a eleição como um dos grandes nomes daquela edição.

Última participação em 1966

O atacante disputou ainda a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. O Brasil, porém, foi eliminado na fase de grupos e não repetiu o brilho das campanhas anteriores.

Números gerais em Copas

• Jogos: 12
• Gols: 5
• Assistências: 3
• Participação direta em gols: média de 0,66 por partida
• Campanhas: 1958 — campeão; 1962 — campeão; 1966 — fase de grupos (11º lugar)

Apelidado de “Anjo das Pernas Tortas”, Garrincha permanece entre os poucos jogadores que nunca perderam uma partida de Copa atuando ao lado de Pelé, consolidando seu lugar como lenda do futebol mundial.

Com informações de Bolavip


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