Jardim alcança 10 partidas no comando do Flamengo com ajustes táticos e ecos do trabalho de Filipe Luís
Leonardo Jardim chegou à marca de dez jogos à frente do Flamengo com alterações na hierarquia do elenco, mudanças de posicionamento e decisões que, em alguns casos, se aproximam das adotadas pelo antecessor, Filipe Luís.
Mudanças no protagonismo
Desde a estreia, Pedro e Samuel Lino ganharam espaço e viraram titulares fixos. O atacante passou a ser peça central na construção ofensiva, enquanto o ponta recebeu liberdade para circular por mais setores do campo, deixando de atuar preso ao lado esquerdo.
Busca por encaixe de Paquetá
Lucas Paquetá ainda procura a função ideal sob o novo treinador. Já atuou como meia-atacante, aberto pela direita e, no clássico contra o Fluminense de 12 de maio, foi testado como segundo volante. Com Filipe Luís, o camisa 20 atuava preferencialmente pelos lados do campo, evidenciando a diferença de abordagem entre os técnicos.
Decisões semelhantes ao antigo comando
Algumas escolhas de Jardim reproduzem cenários vistos na gestão anterior. Gonzalo Plata, que chegou a ficar fora de listas por problemas extracampo, recuperou espaço gradualmente e voltou ao time titular, repetindo o que ocorrera com Filipe Luís.
Luiz Araújo perde terreno
Cobiçado por Jardim desde o período em que dirigia o Cruzeiro, Luiz Araújo foi blindado de negociações pelo novo treinador. Mesmo assim, as oportunidades diminuíram ao longo das últimas semanas, indicando revisão de planos para o ponta-direita.
Próximo compromisso
O Rubro-Negro volta a campo na quinta-feira, 16 de maio, contra o Independiente Medellín, no Maracanã, pela segunda rodada do Grupo A da Libertadores.
Com informações de Eu sou Flamengo

Imagem: Internet
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