Presidente do Vasco reafirma luta pelo Maracanã e promete pressão ao consórcio
O presidente do Vasco, Pedrinho, se manifestou novamente sobre a situação envolvendo o uso do Maracanã, reafirmando sua intenção de continuar a pressionar o consórcio que atualmente administra o estádio, composto por Flamengo e Fluminense. Ele criticou as dificuldades que o clube enfrenta para atuar no local e destacou que sua cobrança em relação aos direitos do Vasco não irá cessar.
As declarações foram feitas após uma reunião do conselho do clube que aprovou a venda da Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Pedrinho expressou sua preocupação com a falta de segurança em São Januário, dificultando a realização de clássicos. ‘Eu sempre agradeci ao Bepe, mas é alarmante não conseguirmos jogar um clássico, mesmo jogando todos os nossos jogos em São Januário’, afirmou.
O presidente do Vasco também mencionou que a equipe está em desvantagem no Campeonato Brasileiro, pois não pode exercer o mando de campo em duas partidas, mesmo quando é mandante no Maracanã.
Na última terça-feira (6), o desembargador Alexandre de Carvalho Mesquita negou um pedido do Vasco para liberar o Maracanã para a partida contra o Boca Juniors, marcada para o dia 20, válida pela semifinal da CONMEBOL Sul-Americana. O tribunal manteve a decisão anterior que havia negado uma tutela de urgência.
Pedrinho ressaltou que a busca pelo Maracanã é baseada em direitos contratuais, não um simples pedido do clube. ‘Não estou pedindo para jogar no Maracanã. Tenho um contrato que me garante quatro jogos em 2025, e só joguei uma vez no ano passado’, explicou.
O presidente garantiu que continuará a aumentar a pressão sobre os responsáveis pelo estádio, afirmando que não aceitará injustiças contra o Vasco. ‘Com a reestruturação institucional, o Vasco ainda vai incomodar muito mais. Se tentarem fazer covardia com o clube, eu lutarei até o fim’, concluiu.
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