Queda de aproveitamento do Flamengo pós-Copa não se reflete em desempenho estatístico
O Flamengo manteve índices semelhantes de desempenho ofensivo e defensivo após a pausa para a Copa do Mundo, mas viu o aproveitamento de pontos cair de 71,2% para 60% nos cinco jogos disputados desde a retomada da temporada.
Empates derrubam percentual
Comandado por Leonardo Jardim, o time permanece invicto no período, porém acumulou três empates – contra São Paulo, Internacional e Cruzeiro. Como a amostra é curta, cada igualdade impactou significativamente a estatística de aproveitamento.
Ataque mantém média de gols
Nos cinco confrontos pós-Copa, o Rubro-Negro marcou, em média, 1,8 gol por partida, repetindo o número obtido nos 22 compromissos anteriores. A criação de grandes chances variou pouco, de 2,9 para 2,8 por jogo, enquanto a eficiência subiu: foram necessárias 8,7 finalizações para balançar a rede, contra 9,0 antes da interrupção. A taxa de conversão das oportunidades claras avançou de 37% para 40%.
Mais posse de bola
O principal ajuste detectado foi o aumento do controle de posse. O Flamengo passou a ficar com a bola 61,2% do tempo, superior aos 56% registrados antes do Mundial. Mesmo assim, o volume de gols não se alterou.
Defesa ainda mais sólida
O sistema defensivo apresentou melhoria discreta. A média de gols sofridos caiu de 0,8 para 0,6 por partida, e os adversários passaram a precisar de 17 finalizações para marcar, contra 15 anteriormente. As grandes chances concedidas diminuíram ligeiramente, de 1,2 para 1,1 por jogo.
Sem derrotas desde o retorno das competições, o Flamengo mantém atuação estável em campo; a diferença no aproveitamento se deve principalmente aos três empates acumulados no curto recorte pós-Copa.
Com informações de Eu sou Flamengo

Imagem: Internet
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