Ranking aponta 20 contratações mais frustrantes do futebol brasileiro na última década

Entre 2014 e 2024, clubes brasileiros investiram alto em atletas que chegaram com status de solução, mas entregaram pouco em campo. Levantamento do Bolavip Brasil lista 20 nomes que ilustram essa discrepância entre expectativa e rendimento.

20º – Clayton (Atlético-MG)

Adquirido em 2016 após se destacar no Figueirense, o atacante não se firmou no Galo, perdeu espaço com diferentes treinadores e acabou emprestado repetidas vezes. O aporte financeiro não foi compensado por gols ou assistências.

19º – Diego Costa (Grêmio)

Apesar de bom início e participação no título gaúcho, marcou apenas um gol no Brasileiro e outro na Libertadores de 2024. Passagem anterior pelo Botafogo também já havia sido apagada.

18º – Douglas Costa (Fluminense)

Contratado após a Libertadores de 2023, disputou 22 partidas sem balançar as redes e teve o vínculo rescindido em julho de 2024, menos de seis meses depois da chegada.

17º – Óscar Romero (Internacional)

Contratado como opção a Alan Patrick, atuou em 20 jogos, marcou um gol e deu duas assistências. Antes, já não tinha convencido no Botafogo.

16º – Santiago Tréllez (São Paulo)

Chegou em 2018, mas esbarrou em limitações técnicas, perdeu espaço rapidamente e foi cedido a outros clubes até deixar o Morumbi.

15º – Matías Rojas (Corinthians)

Apresentado em 2023 com a camisa 10, teve estreia promissora, porém terminou o ano na reserva sem anotar um gol sequer.

14º – Arturo Vidal (Athletico-PR)

Após passagem pelo Flamengo, assinou com o Furacão em 2024. Lesões limitaram o volante a nove jogos, e publicações comemorando feitos do ex-clube irritaram a torcida rubro-negra.

13º – Alexandre Pato (São Paulo)

De volta em 2019 com contrato até 2022, fez apenas nove gols em 35 partidas, sofreu com lesões e rescindiu em agosto de 2020.

12º – David Luiz (Fortaleza)

Vinculado até dezembro de 2026, o zagueiro atuou 16 vezes em 2024, sofreu seguidas contusões e rescindiu oito meses depois, deixando o clube que seria rebaixado ao fim da temporada.

11º – Carlos Eduardo (Palmeiras)

Comprado em 2019 junto ao Pyramids-EGY, jamais se adaptou ao nível da Série A. Sem gols relevantes, tornou-se alvo de críticas da torcida e saiu pouco tempo depois.

10º – Orejuela (São Paulo)

Contratado em 2021, não convenceu e passou por empréstimos a Athletico-PR, Grêmio e Independiente de Medellín, sem atingir o patamar esperado.

9º – Marinho (Flamengo)

Primeiro reforço de 2022, participou de 60 partidas, marcou seis gols e deu nove assistências, números distantes do protagonismo vivido no Santos.

8º – Gustavo Henrique (Flamengo)

Defensor chegou em 2020 após fim de contrato com o Santos. Falhas defensivas frequentes minaram a confiança e ele acabou negociado.

7º – Ricardo Goulart (Santos)

Em 2022, atuou 30 vezes e fez quatro gols. Não se tornou a referência técnica imaginada após anos de destaque no futebol chinês.

6º – Thiago Neves (Grêmio)

Anunciado em 2020, enfrentou forte rejeição da torcida e, com desempenho aquém, teve contrato rescindido poucos meses após a chegada.

5º – Diego Godín (Atlético-MG)

Contratado no início de 2022 para ser titular, deixou o clube seis meses depois, após atuações abaixo do padrão exibido na Europa.

4º – Gabigol (Cruzeiro)

Em 2024, participou de 49 jogos, mas só 23 como titular. Terminou a temporada na reserva de Kaio Jorge, com 13 gols marcados – número considerado baixo diante do investimento.

3º – Jorge (Palmeiras)

Lateral chegou em 2021, não registrou assistências em 31 partidas e, emprestado ao Fluminense em 2023, lesionou-se no quarto jogo. Passagem pelo Santos igualmente discreta.

2º – Luan (Corinthians)

Reforço de 2020, o “Rei da América 2017” não repetiu o desempenho do Grêmio. Lesões, queda técnica e alto custo salarial levaram a uma saída melancólica.

1º – James Rodríguez (São Paulo)

Estrela colombiana assinou em 2023, mas entregou pouco. O pênalti desperdiçado que eliminou o time nas quartas da Sul-Americana contra a LDU virou símbolo da passagem frustrante.

A relação reforça como contratações de renome nem sempre se traduzem em retorno esportivo, mesmo quando envolvem altos valores ou atletas consagrados.

Com informações de Bolavip Brasil

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Imagem: Internet


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